quinta-feira, 31 de maio de 2012

FARMÁCIAS OFERECERÃO TRÊS ANTIASMÁTICOS GRÁTIS A PARTIR DO DIA 04 DE JUNHO


As farmácias populares da rede própria, que são administradas e montadas pelo governo, e as unidades privadas de todo o país passam a ofertar, gratuitamente, 03 (três) medicamentos para asma em 10 apresentações a partir do dia  04/06/2012. O brometo de ipratrópio, diproprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol foram incluídos na ação Saúde Não Tem Preço, ao lado dos 11 medicamentos para hipertensão e diabetes. 

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a relevância desta nova inclusão de medicamentos no programa. “Estamos dando um passo importante para reduzir o número de internações e de óbitos por asma”, observou Padilha. A ação faz parte do programa Brasil Carinhoso, lançado neste mês pela presidenta Dilma Rousseff, cujo objetivo é tirar da miséria crianças de 0 a 6 anos de idade. A asma está entre as principais causas de internação entre crianças nesta faixa etária. Em 2011, do total de 177,8 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) em decorrência da doença, 77,1 mil foram crianças com esta idade. Além disso, cerca de 2,5 mil pessoas morrem por ano por causa da asma.

Os medicamentos incorporados já fazem parte do elenco do programa Farmácia Popular, ou seja, são ofertados à população com até 90% de desconto nas unidades da rede própria e privada. Com a inclusão deles no Saúde Não Tem Preço, o valor de referência - estabelecido pelos laboratórios produtores - será mantido e o governo assumirá a contrapartida que era paga pelo cidadão. A gratuidade deve beneficiar até 800 mil pacientes por ano. Atualmente, o programa Farmácia Popular atende 200 mil pessoas que adquirem medicamentos para o tratamento de asma. A estimativa do Ministério da Saúde é a de que este número possa quadruplicar, como ocorreu com os medicamentos para hipertensão e diabetes após um ano de lançamento da gratuidade pelo programa Saúde Não Tem Preço, iniciado em fevereiro de 2011.


MEDICAMENTO INCLUÍDO NO PROGRAMA
APRESENTAÇÃO
Brometo de ipratrópio
0,02 mg
0,25 mg
Diproprionato de beclometasona
200 mcg/dose
200 mcg/cápsula
250 mcg
50 mcg
Sulfato de salbutamol
100 mcg
2 mg
2 mg/5ml
5 mg/ml

Fonte: Agência Saúde

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Onze novos genéricos devem chegar às farmácias em 2013





       A lista de onze princípios ativos é analisada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que deverá liberar a comercialização no início de 2013. 


De acordo com a lei, o preço tem de ser, ao menos, 35% inferior ao dos remédios de marca. A mudança representa alternativas, por exemplo, ao Xeloda e ao Mabthera, indicado aos pacientes com leucemia. A comercialização é autorizada pela Anvisa a partir do vencimento da patente do medicamento convencional.


Em entrevista ao repórter Anderson Costa, o presidente da Pró-genéricos, Odnir Finotti, avaliou que a queda de preços vai facilitar o acesso pelos consumidores. Finotti destacou ainda que os genéricos mais consumidos no Brasil são os usados para tratar doenças crônicas.


O vice-presidente do Sindicato da Indústria Farmacêutica, Nelson Mussolini, disse que o mercado ainda tem espaço para crescer. E acrescentou que o barateamento dos remédios também ajuda o poder público a comprar mais lotes. Os medicamentos são distribuídos de forma gratuita em unidades de farmácias populares. 


Ouça a íntegra da reportagem no site da Rádio Jovem Pan:

http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/2012/05/onze-novos-medicamentos-genericos-chegam-as-prateleiras-das-farmacias-em-2013.html

Fonte: Jornal da Manhã - Rádio Jovem Pan



FONTE SITE: http://www.febrafar.com.br/index.php?cat_id=5&pag_id=8017

terça-feira, 29 de maio de 2012

Consumidores serão responsáveis pelo destino de remédios

O projeto de lei nº 930/11, de autoria do deputado Luiz Eduardo Cheida (PMDB), que dispõe sobre a responsabilidade da destinação dos medicamentos em desuso e seus procedimentos, passou pelo Plenário na sessão desta segunda-feira (28), em primeira discussão. A proposta estabelece o princípio da chamada Logística Reversa de Medicamentos, tornando fabricantes, distribuidores e consumidores responsáveis pelo recolhimento e destinação adequada dos remédios em desuso. 

De acordo com a proposição, o consumidor deve entregar os produtos aos estabelecimentos que os comercializam ou distribuem, como farmácias e postos de saúde, que devem ter um espaço especial para o armazenamento. Assim, fabricantes e importadoras ficariam responsáveis pelo recolhimento dos medicamentos e destinação final aplicável a cada caso. O parlamentar destaca a importância da participação de todos os atores envolvidos. "Cada um tem sua parcela de responsabilidade: o consumidor, as farmácias, os fabricantes e os importadores. Desta forma, dividem-se as atribuições de uma forma que todos podem colaborar", opina Cheida. 

Quando descartados em lixo comum ou rede de esgoto, os medicamentos contaminam a água e o solo e ainda podem provocar reações adversas como intoxicação de animais e pessoas. É isso que a Logística Reversa de Medicamentos quer evitar.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Combate à Venda Ilegal de Medicamentos



O Ministério da Saúde encomendou um levantamento a uma empresa da área digital que detectou o uso criminoso de logotipos oficiais por empresas que operam no mercado de venda ilegal de medicamentos, de inibidores de apetites, de esteroides anabolizantes, de abortivos e de receita azul pela internet. O levantamento durou um ano e foi intitulado “Fiscalização digital: ameaças à saúde coletiva na internet”.


Na internet, os criminosos usam símbolos e logotipos de serviços e produtos do Ministério da Saúde e enganam os consumidores com anúncios de que os medicamentos têm o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Até um perfil falso do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi descoberto no Twitter.


Foram contabilizadas a existência de 1,2 mil sites ilegais, dos mais variados. De medicamentos abortivos, em especial Cytotec, foram identificados 359 sites (30% do total); de inibidores de apetite, 382 (32%); de esteroides anabolizantes, 258 (22%); de fitoterápicos, 159 (13%); e de venda de receita azul, 41 sites (3%).


No caso do abortivo, a empresa contratada para fazer essa varredura na internet chega a calcular que o gasto com internações por problemas decorridos do uso do Cytotec chega a R$ 13,4 milhões por ano. O faturamento ilegal com anabolizantes, no período de um ano da aferição, foi estimado em R$ 153 milhões. Com anorexígenos, o mercado ilegal faturaria R$ 82,4 milhões.


Segundo o estudo, os sites vendem ilusões, além de produtos não regulamentados e geradores de problemas de saúde. O trabalho concluiu que há, nas redes sociais, “drogarias on-line”, com práticas criminosas. “O físico e o virtual se misturam: consultas médicas são feitas on-line, medicamentos falsificados são comprados pela internet e enviados para endereços reais. A ‘farmácia’ que vende produtos controlados sem receita está na rede”, diz as conclusões do trabalho. “A internet é uma válvula de escape: é o canal de comunicação entre o indivíduo e a rede criminosa que permite o anonimato.


A indústria de medicamentos falsificados é fomentada pela busca por medicamentos proibidos, pela falta de fiscalização na internet, pelos preços abaixo do mercado regular, e pela desinformação da população”. Os autores concluíram que parte dos problemas de saúde pública do Brasil está, de alguma maneira, associada à internet: abortos ilegais, compra de medicamentos falsificados, intoxicação por medicamentos falsificados e desenvolvimento de doenças devido à ingestão de medicamentos sem acompanhamento médico.


O trabalho monitorou as principais marcas do Ministério da Saúde, como UPA, Farmácia Popular, Saúde da Família, SUS e Samu.


(com informações do jornal O Globo)
Fonte: http://www.crfsc.org.br/nv/index.php?option=com_content&view=article&id=1275:combate-a-venda-ilegal-de-medicamentos&catid=36:noticias

terça-feira, 22 de maio de 2012

Farma & Farma possui convênio com a ESTÁCIO DE SÁ.

A Farma & Farma a partir de agora possui convênio com a INSTITUIÇÃO DE ENSINO ESTÁCIO DE SÁ.
Todos os proprietários e colaboradores das farmácias da Rede Farma & Farma possuem descontos conforme tabela por Estado.



Para obter o desconto você deverá comprovar seu vínculo com a Rede.
Para o proprietário – Deverá apresentar a mensalidade da franquia atualizada e documentos que comprovam a ligação do mesmo com a farmácia
Para os colaboradores das Farmácias – Deverá apresentar a mensalidade da franquia atualizada, bem como uma declaração como o colaborador faz parte do quadro de funcionários daquela farmácia.


Aproveite mais este benefício que a rede Farma & Farma disponibiliza para você franqueado. 

segunda-feira, 21 de maio de 2012

CREDENCIAMENTO DE NOVAS LOJAS AO “PROGRAMA AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR” OCORRERÁ A PARTIR DO DIA 21/05

Foi liberado hoje dia 21/05/2012 o credenciamento de novas farmácias e drogarias no "Aqui Tem Farmácia Popular". Para iniciar o processo de credenciamento, a empresa interessada deverá acessar o sítio do Programa Farmácia Popular na página eletrônica da Caixa Econômica Federal - CEF - (no endereço www.caixa.gov.br/farmaciapopular), onde então poderá efetuar primeiramente o pré-cadastro e, em seguida, o seu cadastro online. 


Após concluir o cadastro eletrônico, o responsável legal da empresa deverá comparecer a uma agência da CEF de sua preferência para entregar toda a documentação que será solicitada por email. Assim que houver a validação pela CEF, a empresa deverá encaminhar à SCTIE (Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos), do Ministério da Saúde,  o RTA (Requerimento e Termo de Adesão) que foi assinado na agência da Caixa, subscrito pelo proprietário, dirigente ou mandatário com poderes para firmá-lo. 






IMPORTANTE 
As empresas que já foram aprovadas pela CEF e já encaminharam o Requerimento e Termo de Adesão - RTA - para o Ministério da Saúde ficarão arquivadas para análise por ordem cronológica. Cabe ainda lembrar que a data de validade dos documentos apresentados pela empresa na agência da CEF é analisada pela equipe do Ministério da Saúde de acordo com a data de emissão do RTA.


Fonte: Ministério da Saúde 

10ª Econofarma - Conferência Internacional